quarta-feira, 28 de maio de 2014

As Crianças e a Saúde Psicológica





A Ordem dos Psicólogos continua o seu trabalho de promoção do papel do Psicólogo junto dos portugueses e de afirmação da importância desta profissão na sociedade. É necessário exigir a presença de mais profissionais nas suas várias áreas de intervenção, nomeadamente nos serviços públicos de saúde e de educação. Apoiar esta campanha é apoiar um futuro melhor para todos!

domingo, 20 de abril de 2014

MOODO ou como uma mobile app pode substituir o papel nos registos em Psicoterapia

Para quem é psicoterapeuta e recomenda alguns trabalhos para casa aos seus clientes, a falta de adesão a algumas destas tarefas constitui um obstáculo e um problema para o sucesso da psicoterapia. Existem inúmeras ferramentas e actividades que podem ser recomendadas no âmbito do processo terapêutico. Uma delas, envolve o registo de pensamentos e emoções associados a uma determinada situação, na linha do modelo de Albert Ellis.

 O modelo ABC refere-se a 3 componentes de uma situação em que o psicoterapeuta e o seu cliente podem aferir se o seu sistema de crenças está distorcido. Esta tarefa, depois de explicada pelo psicoterapeuta ao seu cliente é utilizada por este em vários contextos, preferivelmente logo após o episódio que pretende analisar. Ora, isto só por si já é normalmente um problema por questões muito práticas e que dizem respeito à utilização de uma folha de papel e de uma caneta para realizar o dito registo. Muitas vezes não é mesmo nada prático fazê-lo, o que, associado ao esquecimento da tarefa, acaba por reduzir a sua percentagem de execução. Pois bem, o MOODO tenta ajudar a ultrapassar este problema na relação entre o psicoterapeuta e o seu cliente. Utilizar o MOODO pode ser uma forma de melhorar o sucesso da psicoterapia. Experimente! Pode encontrá-lo na loja online GOOGLE PLAY. Associe-se à sua promoção no Thunderclap.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Encontre uma Saída





A primeira campanha nacional de promoção do papel do Psicólogo. Na TV, Internet e Radio perto de si.

1 EM CADA 5 PESSOAS SOFRE COM PROBLEMAS EM QUE UM PSICÓLOGO PODE AJUDAR A ENCONTRAR A SAÍDA.




quinta-feira, 13 de março de 2014

A Livrododia fecha portas

Em 2005 iniciámos um caminho que agora termina. A Livrododia fecha portas. Arriscámos o que tínhamos e o que podíamos. Passámos da ideia, ao conceito e acção. Apostámos que a dinâmica económica de Torres Vedras, do seu concelho, da região Oeste e das suas gentes, nomeadamente na área cultural, fosse terreno fértil para uma nova Livraria e Editora. Demos palco a alguns novos autores, a temas locais, recuperámos outros e colocámos as suas obras em todo o país e na Internet para o Mundo. Tentámos inovar e realizámos largas dezenas de eventos no nosso espaço. Rebuscámos anualmente a Feira do Livro em Santa Cruz. Tornámos rotinas as Feiras do Livro em Escolas de toda a região, dando-lhe mais força e dimensão, apoiando os professores na sua tarefa. Fomos parceiros e dinamizadores dos 2 maiores eventos literários da Região Oeste até agora alguma vez realizados (Livros ao Oeste e Torres de Leitura). Apostámos nos jovens de Torres Vedras e na sua crescente avidez pela leitura. Apostámos nas parcerias com o poder local tendo em conta o interesse que sempre mostrou pela edição de temas locais e seus autores. Apostámos no Centro Histórico de Torres Vedras, quando em 2007 centrámos a Livrododia na instalações da outrora Index, nos seus fluxos e no investimento aí previsto. Fomos tema de revistas e periódicos vários pela qualidade do nosso espaço e colocámos as nossas edições na lista do Plano Nacional de Leitura. Apostámos e… perdemos! A todos os que nos apoiaram, aos nossos fornecedores, aos nossos clientes mais fiéis, aos nossos autores, aos nossos colaboradores, aos nossos poucos vizinhos, e particularmente, para alguns de nós, aos nossos filhos que nos ajudaram a ter orgulho deste espaço e com quem partilhamos o gosto pela leitura, o nosso muito obrigado. Lamentamos não ter cumprido com tudo o que seria necessário e todos erros cometidos pelo caminho mas saímos com a sensação de um dever cumprido. Tentar concretizar um sonho e arriscar a sua concretização. A vida é feita disto mesmo. Aí…ganhámos! Que vivam os livros!

sábado, 18 de janeiro de 2014

Co-adopção

A vergonha que a assembleia da república nos mostrou na semana que passou, impele-me a escrever sobre a co-adopção. O processo legislativo que estava em curso e que propunha a possibilidade de co-adopção tinha aparentemente o apoio da maioria dos deputados. Clarifique-se que este diploma pretende resolver situações concretas existentes na sociedade portuguesa onde sublinho a título de exemplo: uma criança vive com a sua mãe biológica e a sua companheira; anos a fio; ou uma outra criança foi adoptada por um indivíduo do sexo masculino. Esse indivíduo casa com outro do mesmo sexo; agora considerem o cenário de no primeiro caso falecer a mãe biológica e no segundo o pai adoptante; em ambos os casos a criança viveu anos com ambos. Nestes casos, atualmente, a criança não fica como seria de esperar com o outro elemento do casal (seu pai ou mãe também na prática) de forma natural e inequívoca. Ou seja a criança pode ser levada para adopção ou mesmo institucionalizada. Querem alguns fazer crer, sem quaisquer evidências com significado científico que isso é preferível para estas crianças do que permanecerem com o adulto, a quem também chamam pai ou mãe. Para os líderes da JSD e pelos vistos para o nosso primeiro-ministro este assunto resolve-se com um referendo! Este direito resolve-se com um referendo!  Foge-se à responsabilidade política. Complica-se a simples resolução de uma lacuna nas actuais leis. AR e Governo, tão expeditos que são a transpor directivas comunitárias à letra  e sem acautelar os interesses gerais dos portugueses, e que antes disso não referendaram os tratados que agora orientam a maior parte das nossas vidas, apadrinham rápida e mais uma vez irresponsavelmente um atropelo aos mais elementares direitos, nomeadamente da criança. Segundo alguns, daqui resultará a condenação de Portugal nas instâncias europeias. A mim preocupa-me bastante mais os danos causados a todos os que são alvos desta injustiça. Quanto à condenação, ela já começou nas consciências.

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